domingo, 27 de julho de 2008

E vivo sem o pano,realizando os planos que um dia fiz.
Não quero mais ninguém,não quero nada,a não ser tudo.
Tudo aquilo que se possa transformar.
E realizar tudo aquilo que sonhei transformado o novo em único.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Com tanto medo de ferir,acabei prolongando.
Cometi um mal desnecessário,foi desumano o que fiz.
Poderia ter evitado muitos desastres e fustrações,mas assim também não teria amadurecido e escolhido uma nova trilha.
Tirei toneladas de minhas costas,e nem por isso hoje cato migalhas.
E se tornaram saudosas as memórias das histórias complicadas.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Aqui nessa sala eu me porto como se estivesse empacotada,semi pronta pra consumo,e então quando eu não mais me sentir bem saberei que esse é o momento de seguir à risca os mandamentos de uma boa moça.
Esse mandamento que requer bem mais que cabelos compridos,um corpo delgado,uma pele macia e uma caprichada maquiagem.
E tenham a confirmação,já parei e pensei em gritar...
mas sei que o máximo que pensaram é que sou alguém com um disturbio de gênero.
E aqui agradeço pelos esteriótipos ou melhor, obrigado pela clausura do espelho.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

...Tô num lugar comum
Onde qualquer um se esconde
Pra fazer a frase feita
E sentir os efeitos colaterais...